O respeito à diversidade dentro de sala de aula

Ainda em ritmo de Carnaval, aqui em Belo Horizonte estamos acompanhando de perto a alegria dos blocos de rua. De longe, acompanhamos também as escolas de samba, no Rio e em São Paulo! Além de todo o colorido e do respeito à diversidade em cada canto que vamos, o que nos encanta é a sintonia dos grupos no momento da apresentação. Quanta harmonia em cada instrumento, em cada ritmo, em cada canção. E vendo isso, está nítido que o resultado foi fruto de muitos ensaios e dedicação dos integrantes da banda. E mais, cada um se identifica com o instrumento que está tocando. Mas o que tudo isso tem a ver com nossa proposta aqui na Menthor com a capacitação dos professores e demais profissionais da educação de todo Brasil?

A resposta, quem nos dá, é Paulo M. Morais, em seu livro Voltemos à Escola – Como a Escola da Ponte ensina de forma diferente há 40 anos. Em um trecho, ele menciona a seguinte frase:

“Uma boa turma não é um regimento que acerta o passo e marcha. A analogia não é militar, é uma orquestra que estuda a mesma sinfônica”.

A analogia que se pode fazer dessa mensagem é que cada aluno toca seu instrumento, ou seja, cada aluno é único, tem suas particularidades e história. E tudo bem se temos perfis diferentes, se temos um que é do triângulo e faz “ting ting”, ou outro que é do surdo e faz “tum tum”. ???? ???????????????? O que importa é que eles façam no momento certo e da melhor forma possível, e mais:  se tornem excelentes naquilo que fazem ou são. O que importa, também, é que se sintam orgulhosos na qualidade do que oferecem ao conjunto como um todo.

O professor tem um papel essencial nesse processo e em simples momentos. O próprio autor menciona em seu livro uma situação que presenciou: os alunos foram orientados a realizar um trabalho de colagem e, na semana anterior, um dos jovens fez de uma forma e todos na semana seguinte o imitaram. A professora percebeu o ocorrido, que todos caíram no mesmo padrão, sem utilização de criatividade, e pontuou isso com a turma, levando, inclusive possíveis soluções para a situação, para fazerem juntos a fim de chegarem em um mesmo resultado.

É isso, professor deve estar atento às particularidades de seus alunos, buscar conhecê-los, orientá-los para que façam do seu instrumento, parte de uma orquestra cujo resultado, obtido em grupo, seja o melhor. E isso ocorre nas atividades diárias, de forma espontânea, como mencionado no exemplo.

Um momento interessante que ele conta quando estava em sala junto aos alunos é que escutou ao longo das aulas uma música de fundo ???????????? e, questionou se precisava daquilo. Um dos estudantes respondeu que a música é um sinalizador em que quando não conseguirem ouvi-la é porque estão fazendo muito barulho. Já parou para pensar nisso? Interessante, não é?

E você, professor? Já teve alguma ideia criativa dentro de sala de aula que te ajudou a manter a ordem e a disciplina? Conte pra gente! Mande um email para [email protected]

Somos especialistas em criatividade na resolução de conflitos e indisciplinas escolares! Quer saber mais? Clique aqui!

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